Projeto ERES

   Leça da Palmeira

 

INTRODUÇÃO AO PROJETO

Localizarmo-nos no tempo, e consciencializarmo-nos do que gravita à nossa volta, talvez seja um passo importante para estabelecer compromissos com as pessoas de uma forma mais assertiva. Dar sentido e fundamento às nossas ações e atitudes, talvez engrandeça esses atos, sobretudo quando temos de orientar as escolhas dos nossos filhos, quando eles ainda não têm a capacidade intelectual de tomar decisões que mais tarde, poderão revelar-se essenciais para o desenvolvimento do seu caminho individual.  

 

Temos a consciência que estamos com crianças especiais. Especiais porque, tal como comprova a genética, estamos em fase evolutiva. Especiais porque, toda a informação que lhes chega de uma forma muito descontrolada e rápida, que merece pelo menos ser questionada. Temos crianças do século XXI com professores ou educadores do século XX, sobre um modelo epistimológico do século XIX, fundamentado filosoficamente na Pampédia de Comenius, em que se dizia ser possível ensinar tudo a todos do mesmo modo.

 

Três são os países fundamentais para a criação da atual escola, que pensamos ser preservada, enquanto instituição. Prússia militar, Iluminismo Francês e na época da revolução industrial na Inglaterra.

Perguntamos: Será que dá resposta à atual sociedade em que vivemos?

Este modelo, matriz das práticas ainda hoje predominantes nas nossas escolas, já nem é tributário das necessidades sociais do século XIX, sendo um grande equivoco a ideia de ser possível construir uma sociedade de indivíduos personalizados, participantes e democráticos enquanto a escolaridade for concebida como um mero adestramento cognitivo.

Apesar dos progressos verificados da teoria, subsiste uma realidade que as exceções não conseguem escamotear: no domínio das práticas educacionais, o século XX, terminou sem ter conseguido concretizar sequer as propostas do fim do século que o precedeu.

 

Se o modo como o professor aprende, é o modo como o professor ensina, por que se continua a formar professores segundo velhos modelos? É necessário uma reelaboração cultural que requer alteração de padrões atitudinais que são complexos e de modificação gradual. 

 

Com a consciência clara que abrimos portas para uma total mudança no paradigma educativo, assumimos que o ERES, é um projeto que rompe com um cultura enraizada. Promete acolher a todos e a cada qual dar condições de ser sábio e feliz, trabalhando desde o pré-natal até à idade adulta.

Aprendemos desde o dia em que nascemos, até partimos para outra dimensão. 

Todos são importantes na construção de um indivíduo, seja qual for a formação de cada adulto. Todos poderão ser educadores, e todos poderão ser tutores. Por isso, não faz qualquer sentido, limitar o projeto a apenas algumas faixas etárias. Aceitamos dar resposta às aprendizagens dos zero aos cem anos. 

Parafraseando Rubem Alves, "Há escola que são gaiolas, outras que são asas". Intitulamo-nos como sendo uma escola de asas. Caminhamos no sentido de sermos uma comunidade de aprendizagem.

Esta expressão, procura significar o desenquistamento isolacionista da escola tradicional. É um conjunto de práxis comunitárias baseadas num modelo educacional gerador de desenvolvimento sustentável. É a expansão da prática educacional para além dos muros da escola, envolvendo ativamente a comunidade na consolidação de uma sociedade mais justa e participativa. São divisões celulares da macroestrutura em microestruturas federalizadas num conjunto maior, mais complexas, que facilitam o encontro entre pessoas, espaços e tempos de preservação. Estes espaços devem ser vistos como um dos nódulos da rede de comunidade dentro de comunidades, quer seja territorial ou virtual.

 

 

PRÍNCIPIOS FUNDADORES

A matriz inicial do projeto, está assente nos quatro pilares fundamentais do conhecimento, baseado no relatório para a UNESCO da comissão internacional sobre educação para o século XXI, coordenada por Jacques Delors:

 

APRENDER A CONHECER

Pretende-se que o conhecimento que a criança irá adquirir se debruce sobre os processos cognitivos por excelência (raciocínio lógico, compreensão, dedução, memória).

Que exista por parte da criança, a vontade de aprender, de querer saber mais e melhor.

O encarar a educação, não apenas como um meio para um fim mas também como um fim por si. 

No respeito pela individualidade, sejam identificadas necessidades, dificuldades e idiossincracias das crianças que levem à criação/reestruturação de metodologias adequadas que facilitem a retenção e compreensão das aprendizagens.

Pretende-se despertar em cada criança a sede de conhecimento, a capacidade de aprender cada vez melhor, ajudando-os a desenvolver as armas e dispositivos intelectuais e cognitivos que lhes permitam construir as suas próprias opiniões e o seu próprio pensamento crítico.

 

APRENDER A FAZER

Indissociável do aprender a conhecer, o aprender a fazer consiste essencialmente em colocar em prática, os conhecimentos adquiridos.

Saber comunicar. É essencial que cada criança saiba comunicar. Não apenas reter e transmitir informação mas também interpretar e seleccionar as diferentes formas de informação, muitas vezes contraditórias, com que somos bombardeados diariamente.

Analisar diferentes perspectivas, e refazer as suas próprias opiniões mediante novos factos e informações.

 

APRENDER A VIVER COM OS OUTROS

Este domínio da aprendizagem consiste num dos maiores desafios da educação, pois atua no campo das atitudes e valores.

Pretende-se incutir na criança, o combate ao conflito, ao preconceito, às rivalidades, apostando na educação como veículo de paz, tolerância e compreensão, assente em dois princípios:

 - A "descoberta progressiva do outro" pois, sendo o desconhecido a grande fonte de preconceitos, o conhecimento real e profundo da diversidade humana combate directamente este "desconhecido".

 - A participação em projetos comuns que surge como veículo preferencial na diluição de atritos e na descoberta de pontos comuns entre povos e culturas.

 

APRENDER A SER

Este tipo de aprendizagem depende directamente dos outros três. Considera-se que a educação tem como finalidade o desenvolvimento total do indivíduo "espírito e corpo, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal e espiritualidade".

À semelhança do aprender a viver com os outros, pretende-se incutir valores e atitudes, mas já não direccionados para a vida em sociedade em particular, mas concretamente para o desenvolvimento individual.

Pretende-se formar indivíduos autónomos, intelectualmente activos e independentes, capazes de estabelecer relações relações interpessoais, de comunicarem e evoluírem permanentemente, de intervirem de forma consciente e pró-ativa na sociedade.

São estas as metas a atingir...o caminho vamos construindo, respeitando sempre o ritmo de cada criança, as suas características e acima de tudo, a forma para se chegar até lá - Através da relação de proximidade entre técnicos, crianças e famílias, sendo o afeto o elo de ligação.

 

Com o desenvolvimento do projeto, estamos em condições de poder acrescentar mais três pilares fundamentais para a sustentabilidade do projeto:

 

APRENDER A DESAPRENDER

Temos dentro de nós uma cultura enraizada que não nos permite ver para além daquilo que somos.

Não somos responsáveis por aquilo que fizeram de nós, seremos responsáveis por aquilo que fizermos com aquilo que fizeram de nós. (Jean Paul Sartre - Filósofo). Ou se quiserem na voz do grande poeta Manuel de Barros, desaprender vinte e quatro horas por dia, ensina princípios.

 

APRENDER A DESAPARECER

É preciso gerar autonomia, não criar dependências, é preciso que os projetos sejam sustentáveis, para isso temos que ter o dom do desapego. Nenhuma pessoa individualmente está acima de qualquer projeto coletivo. Nenhuma árvore cresce à sombra da outra.

 

APRENDER A DESOBEDECER

Desobedecer em equipa, porque desobedecer sozinho é suicídio, Desobedecer porque as leis portuguesas, se retirarmos a ei de bases e os projetos educativos das escolas, são excelentes documentos, excelentes leis, mas outras que impedem que os projetos educativos sejam concretizados. Então, com prudência, é preciso aprender a desobedecer. É necessário sempre criar evidências científicas e pedagógicas, para que os critérios desta natureza, possam sempre prevalecer sobre critérios de natureza administrativa.

 

CARTA DE PRINCÍPIOS 

Esta proposta pedagógica tem como premissa a escola como um espaço de humanização, no qual a criança é convidada a vivenciar os conhecimentos e as diversas formas de compreender e estar no mundo que a rodeia. 

É importante esclarecer que apesar deste projeto implodir com a tradicional escola e com a atual relação hierárquica entre mestre e discípulo, esta iniciativa tem outros dispositivos que resolvem melhor os desejos, e os interesses das pessoas envolvidas no projeto.

Aqui, o aprende faz-se junto na troca de experiências, de ideias e de sonhos. Temos como meta o desenvolvimento da autonomia - a do aprendiz ou do educador. 

Não acreditamos num sistema educacional que funcione somente na medida da homogeneização, que impõe metas e expectativas gerais, ignorando as especificidades de cada um. Se cada um de nós, somo seres únicos e irrepetíveis, porque será que todos temos que aprender no mesmo modo, ao mesmo tempo e no mesmo espaço? Será que temos de ver a criança como algo necessário a ser preenchido por conteúdos?

Não compactuamos com um modelo que exige, que força a criança ou jovem a se adequar a uma idealização, mediana e abstrata, do que deveria vir a ser um aluno.

Queremos que a pessoa queira ser aquilo que realmente anseia ser, e não aquilo que os outros projetam para ela.

Para nós cada criança é um ser único e deve ser tratado como tal. Não as vemos como um número. Não nos interessam as padronizações convencionais, idades ciclos ou gênero.

O que nos importam são os seus interesses e as suas necessidades. Descobrir e ajudar a potencializar esses dons, respeitando sempre a sua história e cultura.

 

Esclarecer que sempre que usamos a palavra educador, subvertemos em muito o seu significado.

Educador não é sinónimo de educador, de professor ou de mestre. Não diz respeito aquele que dá aulas, que planifica que passa tempo com as crianças, ou transmite informação pronta fechados dentro de uma sala. Entendemos que a aprendizagem se dá na vida e na prática e não fora dela, que é no encontro com o mundo e com os outros que se faz necessária. Assim. todos os que participam no projeto ERES, qualquer que seja a função ou categoria que exerça - administrativa, pedagógica, sociológica, operacional - é igualmente responsável pelo educando e igualmente considerado educador. Deve portanto, assumir esta responsabilidade e habilitar-se para exercer o cumprimento de tal tarefa.

 

Não entendemos que a escola é um local de acúmulo de conteúdos teóricos, mas um espaço de humanização onde a criança é convidada a vivenciar, experimentar junto, os conhecimentos, as diversas formas de compreender e estar no mundo que a rodeia. Um local que incentive oportunidades para desenvolver as suas competências sociais, criticas, um local que ajude a evidenciar a sua autonomia.

Pretendemos atingir um modelo de educação que quase foi perdido na educação: aprender sem paredes, no convívio fraterno com os outros. Um educador no ERES, deve impolir a tradicional relação hierárquica entre o mestre e os discípulo. O aprender, faz-se junto, na troca de experiências, de ideias, de gosto e de sonhos.

 

O educador aqui pensa numa educação viva, critica o seu trabalho, entende que aquilo que se propõe a fazer, na maioria faz, mas não é o suficiente e nem sempre é automaticamente correcto.

Coloca-se numa atitude de aprendente, evidência todas as suas características menos positivas, de forma a crescer. Para isso tem necessidade de colocar em questão toda a sua prática e atitude, para desenraizar de uma velha cultura pessoal incutida na maioria de nós.

 

Assentamos todo o trabalho em cinco valores essenciais:

 

AUTONOMIA

Ninguém dá aquilo que não tem. Nesse sentido o educador só poderá passar a autonomia à criança ou ao jovem, se ele próprio for autónomo. Para isso, é necessário também uma outra visão de gestão de organizações.

não acreditamos em estruturas piramidais, em que existe alguém que ordene e outros que obedecem, naquilo que vulgarmente se define com o direito de obediência hierárquica. Acreditamos numa estrutura que deve ser orgânica e viva. Uma estrutura em rede, que serve para unir, partilhar e transformar.

Queremos criar lideres, no sentido de serem pessoas autónomas, sem depender dos outros para avançar com as suas ideias. Talvez possam existir lideres naturais, não que (co)mandam, mas sim, que ajudam outros a desenvolverem-se e potencializarem-se. Servirão como pessoas inspiradoras, que através da sua leitura e visão do mundo, definirão estratégias com outros e co-ordenarão todo o processo.

Cada pessoa é livre. E como tal, acreditamos que todas as crianças e jovens podem desenvolver este valor, através do que visualizam neste processo de aprendizagem. 

Circulo, Rede e Comunidade, talvez sejam as três palavras de uma nova (re)construção social de aprendizagem.

 

RESPEITO

Com o aprendiz. Cada um tem a sua especificidade, a sua história a sua visão de mundo. Nesse sentido não nos pode ser permitido padronizar modelos, em níveis pré-definidos.

Com os adultos, independentemente da função que desempenhe dentro ou fora do projeto. Cada pessoa tem a sua história. Muitas vezes demasiadamente enraizadas, e como tal isso merece-nos todo o respeito. As várias tomadas de decisões, as várias atitudes por parte dos adultos para com outros adultos, (dentro e fora da escola), devem ser refletidas em conjunto e todos, participarem na melhoria dessas decisões. Respeitar de igual modo todos aqueles que não querem.

 

SOLIDARIEDADE

Vivemos tempos em que cada vez mais olhamos para nós mesmos. Quase já não conhecemos as pessoas que moram ao nosso lado, os vizinhos. Muitos vídeos já retrataram que caso as nossas companheiras ou companheiros de vida, se desforçassem na rua, dificilmente teríamos a capacidade de os reconhecer, tal era a nossa postura de distração para com os outros. O respeito pela palavra "bom dia" ou mesmo "obrigado", caiu num desuso que banalmente nos encaixamos numa caixa de quatro paredes e vivemos quase de uma forma egocêntrica, focados em nós mesmos. Como tal, são paredes que necessitamos de as derrubar.

Cada criança é uma criança com necessidades especiais, cada família é um núcleo que precisa de amparo e de atenção. Todos passamos por dificuldades e sofrimentos, e o educador não pode fechar os olhos a isso, como também não pode ignorar as suas alegrias e as suas conquistas. Muitas são as vezes que necessitamos de intervir dentro deste núcleo, embora pese a não interferência no seio familiar.

 

Da mesma forma, que o nosso trabalho em equipa, merece uma atenção especial ao outro.

Não tenhamos ilusões. Os problemas não residem apenas nos outros. Nós somos os outros. E como tal, também nós e os nossos colegas passam por dificuldades e a nossa exigência é maior. Tais como os educandos passam por uma constante construção, também nós estamos dentro desse movimento.

Temos de estar atentos a nós próprios e aos nossos colegas, acolher e amparar sempre que alguém precisar, com humildade, carinho e compreensão.

Solidariamente na ausência do outro, cabe-me auxiliar, independentemente das razões da sua ausência.

 

O educador é também solidário com as famílias, quando procura manter uma relação de empatia, conhecendo a sua história, pesando as dificuldades e as realidades. Devendo sempre suprimir ao máximo um julgamento ou uma postura condenaria, ao contrário almejar maneiras e formas de conforto e aceitação.

 

RESPONSABILIDADE

A responsabilidade não se limita apenas ao cumprimento das suas funções e aos seus deveres.

Não confundamos responsabilidade com a obrigação de cumprir com um determinado trabalho. 

Um dos valores que privilegiamos alcançar é a autonomia. Nesse sentido, a responsabilidade vem agregada a este valor. O educador do projeto ERES, é responsável por tomar decisões, iniciativas, elaborar críticas construtivas e tentar procurar sempre constantemente melhorias, novas ideias, e novos caminhos.

Dentro deste valor, não cabe o controlo. Cada pessoa estabelece um compromisso com as restantes pessoas, e é responsável por cumprir esse compromisso, que difere de adulto para adulto.

Seja em que função específica for, educador tem sempre em mente que a responsabilidade primordial é com a criança, pelo seu bem estar, pela sua proteção, sua humanização e pelo seu desenvolvimento nos mais diversos níveis.

 

AMOR

Valor basilar deste projeto. É através deste valor que nos poderá evitar a crítica ofensiva, a ajuda humilhante ou a orientação depreciativa. é a chave para construir as relações de confiança, tanto com os educandos, suas famílias e com os colaboradores da equipa. É através do amor, que poderemos deixar a democracia evoluir para um relacionamento de consenso. 

Logótipo

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COMUNIDADE

DE APRENDIZAGEM

É um conjunto de práxis comunitárias baseadas num modelo educacional gerador de desenvolvimento sustentável. É a expansão da prática educacional para além dos muros da escola, envolvendo ativamente a comunidade na consolidação de uma sociedade mais justa e participativa.

Estes espaços devem ser vistos como um dos nódulos da rede de comunidade dentro de comunidades, quer seja territorial ou virtual.

 

NÍVEIS DE CRESCIMENTO E AUTONOMIA 

NÚCLEOS DO PROJETO:

Creche

Pré.iniciação 

Iniciação I e II

Desenvolvimento 

Aprofundamento

PROCEDIMENTO DE INSCRIÇÕES E VISITAS

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Esperamos por ti.

 

Pretendes apenas visitar a Escola Projeto ERES, e perceber qual o seu funcionamento? Preenche o formulário das visitas, e em breve também te contactaremos.

Para outras informações relacionadas com visitas à Escola, estamos disponíveis em:

visita.eres@gmail.com

 


DOCUMENTOS DE INTERESSE

Procedimento de Inscrições

Procedimentos, Direitos e Deveres - Visitas

Regulamento Interno

Projeto Educativo

 

 

Programa de Verão

FAZ POR TI MESMO 

 

FAZ POR TI MESMO

Inscreve-te 

 

 

Filme de animação 2D

 

Recuperação de rádio

 

Vídeo documental

 

 

Murais

ESTRUTURA DO PROJETO

 

Metodologia trabalho de projeto

Guiões de pesquisa

Registos de avaliação

Tutorias

Assembleias

Responsabilidades

Murais de aprendizagem

Pedir a palavra

Preciso de ajuda

Posso ajudar

Reuniões de pais

Oficinas de trabalho

Encontro de educação

Transformação vivencial

Plataforma digital

 

O QUE DIZEM DO ERES

 

"Senti que é uma família, um conjunto de pessoas amigas.Senti que com eles podia rir, chorar, expressar as minhas angústias. O ERES, é uma continuidade, não são coisas pontuais...Há continuidade na história."

Lurdes Calçada

 

 

"Não há hierarquias...Há pessoas...Há amor..."

Lurdes Calçada

 

 

"A alegria e o entusiasmo com que se dedicam às causas e ao projeto, são altamente contagiantes e motivadoras...Para todos nós, pais...e crianças..."

Sílvia Raposo

 

 

"Existe um cuidado imenso em sermos cada um de nós tratado de uma forma especial, sempre com uma palavra, sempre com um gesto... sempre com cuidado.

O ERES é um conjunto de pessoas, que nos proporciona experiências, fora do que é comum, e que nos fazem sempre pensar, no que vem a seguir...e conseguem sempre nos surpreender."

Joana Ribeiro

 

 

"Nesta escola, podemos escolher aquilo que nós trabalhamos."

Lara Jeremias

 

"Nas outras escolas, não me deixam ser livre como sou nesta escola."

Ana Luisa

 


"Gosto de toda a escola como ela é."

Ana Luisa

 

 

"Esta escola tem muita, muita coisa por onde gostar. A maneira como são as aulas, a hora do recreio, os projetos e a assembleia"

Caui

 

 

"As aulas são motivadoras, vale a pena estar nesta escola para sempre."

Caui

 

PERGUNTAS

 

- Qual a definição de escola?

 

- Se muitos consideram que a escola é um edifício, qual a razão deste espaço estar dividido por salas em que os grupos são homogéneos?

 

- O que se aprende dentro do edifício que não se pode aprender fora dele?

 

- Qual a razão de apenas existir uma educadora e uma auxiliar por cada sala?

 

- Qual a razão das pessoas se fecharem apenas na sua sala e desenvolverem trabalho com aquele grupo, esquecendo-se que fazem parte de uma equipa?

 

- Qual a razão da competição entre colegas de trabalho?

 

- Qual a razão de diferenciar tarefas entre as várias categorias profissionais?

 

- Qual a razão dos salários serem divididos de forma diferente entre as várias categorias?

 

- Qual a razão de existir horários diferentes entre as diferentes funções?

Será que todos nós poderemos ser educadores?

 

- Qual o fundamento científico e pedagógico para a existência da aula, da turma, do toque?

 

- Já imaginamos um mundo de mudança, de alteração de processos, e o projeto ficar congelado? 

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Os Eres-Comunidade de Aprendizagem
Leça da Palmeira - Escola em Leça da Palmeira - Matosinhos

Rua Pinto Araújo 2 Leça da Palmeira
4450-774 MATOSINHOS
( Matosinhos e Leça da Palmeira )

229 965 863
914 859 685
 
Obter direcções

Os Eres 

Ser um ERE, é ser criança....

É ser um anjo que devolve ao adulto a enorme vontade de ser curioso e aprender....

É ser um anjo que ajuda à transformação de um ser.

Quem tenta tirar um ERE, dentro de si, nunca se torna adulto, adultera-se.

 

Queremos ser a escola das Escolas.

As escolas são pessoas. As pessoas são os seus valores. Os valores transformados em cartas de princípios, dão lugar a projetos educativos.

Dentro desses projetos, cabem as Creches, os Infantários, Escolas de Pré-escolar, de 1º ciclo e Ensino Básico, outras coisas.

A Escola deve ser vista como um nódulo de uma rede de comunidade, dentro de comunidades. 

O velho modelo de escola que todos nós conhecemos, irá ser substituída dentro dos próximos anos, por aquilo que acreditamos ser as novas construções sociais de aprendizagem - As comunidades de Aprendizagem.

A escola é um nódulo de uma rede de comunidade, dentro de comunidades. 

Esta escola, começa a dar os primeiros passos para ser uma comunidade de aprendizagem

Situa-se em Leça da Palmeira | Matosinhos

Vem visitar, apaixona-te e ajuda a construí-la.

Um bem hajam.